Senador pelo Rio Grande do Sul - 17ª, 18ª, 19ª, 20ª Legislaturas
Deputado pelo Rio Grande do Sul - 14ª e 17ª Legislaturas
Ministro da Fazenda - 17ª Legislaturas
Conselheiro de Estado no 2º Conselho de Estado
Senador por Minas Gerais - 17º , 18º, 19º e 20º Legislaturas
Deputado por Minas Gerais - 16ª Legislatura
Ministro da Fazenda - 18ª Legislatura
Ministro da Justiça - 17ª Legislatura
Presidente do 2º Conselho de Estado
Senador pela Bahia - 17°, 18°, 19°, 20° Legislaturas
Deputado pela Bahia - 10ª, 11ª, 12ª, 13ª, 16ª, 17ª Legislaturas
Ministro da Agricultura, Comércio e Obras Públicas - 12ª e 13ª Legislaturas
Ministro do Ministério dos Estrangeiros - 18ª e 19ª Legislaturas
Ministro da Fazenda - 18ª e 19ª Legislaturas
Ministro do Império - 17ª e 18ª Legislaturas
Ministro da Justiça - 17ª e 18ª Legislaturas
Presidente do 2º Conselho de Estado
Conselheiro de Estado no 2º Conselho de Estado
Deputado por Minas Gerais - 2ª Legislatura
Deputado por São Paulo - 3ª, 4ª e 5ª Legislaturas
Ministro da Fazenda em 1822, 1823 e - 4ª Legislatura
Senador pelo Rio de Janeiro - 6º, 7º Legislaturas
Deputado pelo Rio de Janeiro - 3ª, 5ª, 6ª Legislaturas
Ministro do Ministério dos Estrangeiros - 6ª Legislatura
Ministro da Fazenda - 6ª Legislatura
Ministro da Justiça - 7ª Legislatura
Ministro da Fazenda de 02-10-1830 a 02-11-1830.
Dilson Domingos Funaro (São Paulo, 23 de outubro de 1933 — 12 de abril de 1989) foi um empresário brasileiro do ramo de plásticos, proprietário da fábrica de brinquedos Trol. Foi presidente do BNDES e ministro da Fazenda do Brasil durante o governo José Sarney, entre 26 de agosto de 1985 e 29 de abril de 1987. Durante seu cargo como ministro da Fazenda, foi responsável pela criação de um plano de estabilização financeira, o Plano Cruzado. Também foi o responsável pela assinatura da moratória unilateral da dívida externa brasileira, conferida em 20 de fevereiro de 1987. Em um cenário de crise econômica nacional e internacional, Funaro pediria demissão poucos meses depois. Vida pessoal Dilson era filho de Paschoal Funaro e Helena Kraljevic, e neto de Domingos Funaro (Catanzaro, Calabria, Italia). Ele cursou a Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie e, vindo de família abastada montou, ainda jovem, a CIBRAPE, uma indústria de plásticos. Logo depois adquiriu a Monitora e, posteriormente, a Trol, uma grande fábrica de produtos de plástico para indústria, uso doméstico e brinquedos. Em outubro de 1982, descobriu que sofria de câncer linfático, uma das formas mais graves da doença, que apresentou várias recidivas, causando sua morte em 1989. Foi casado com Ana Maria Matarazzo Suplicy (filha de Paul Cochrane Suplicy e Filomena Matarazzo, irmã de Eduardo Matarazzo Suplicy), a quem deixou viúva com seis filhos. Atividades De 1958 a 1980, Dilson Funaro exerceu diversas atividades, enumeradas a seguir: Diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - CIESP; Diretor do departamento de Comércio Exterior - FIESP; Membro do do Conselho de Comércio Exterior - CNI; Membro do Conselho de Assuntos legislativo da CNI; Diretor do Departamento de Estatística da FIESP; Diretor Adjunto do Departamento de Economia da FIESP; Conselheiro Especial da CNI; Presidente da Associação Brasileira de Plástico; Presidente da Associação Latino Americana de Plásticos; Presidente do Sindicato da Industria de Material Plástico; Vice-Presidente da FIESP; Membro do Conselho de comércio Exterior da FIESP; Conselheiro da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas; Presidente do Conselho de Tecnologia do Estado de São Paulo; Secretário da Economia e Planejamento do Estado de São Paulo (governo Abreu Sodré); Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo (governo Abreu Sodré); Membro do Conselho de Economia da FIESP; Membro do Conselho da Fundação Padre Anchieta (TV educativa); Presidente do Conselho da VASP. Plano Cruzado Foi presidente do BNDES e ministro da Fazenda do Brasil durante o governo José Sarney, tomando posse em 26 de agosto de 1985 e deixou o ministério em 29 de abril de 1987. Durante seu cargo como ministro da Fazenda, foi responsável pela criação de um plano de estabilização financeira, o Plano Cruzado.
Luiz Carlos Bresser-Pereira nasceu em São Paulo, em grau 1934, é professor emérito da Fundação Getúlio Vargas, onde leciona desde 1959 e editor da Revista de Economia Política desde 1981. Suas principais influências vêm de Marx, Weber, Keynes e do estruturalismo latino-americano. Suas contribuições teóricas mais significativas, em teoria política e social, foram nossos temas: teoria da classe média tecnoburocrática ou profissional, teoria da relação entre a democracia e o capitalismo, e teoria da administração pública gerencial; em economia, foram o modelo de crescimento e distribuição clássica, a teoria da inflação inercial, e a crítica metodológica da economia neoclássica. Desde o início de 2000, ele associou a economia com a teoria política em um novo quadro teórico, o Novo Desenvolvimentismo, que compreende uma macroeconomia de desenvolvimento e uma economia política. Na interpretação do Brasil, ele combinou a análise de modelos econômicos com a discussão das coalizões históricas de classe correspondentes. Ele foi ministro da Fazenda, e nessa carga convertida plano de estabilização, que veio a ser chamado, "Plano Bresser", mas foi incapaz de controlar a inflação alta e inercial do tempo, e propôs uma solução geral para a crise da crise dos anos 1980 que o secretário do Tesouro dos EUA rejeitou, mas 18 meses se transformou no Plano Brady. No governo Fernando Henrique Cardoso foi ministro da Administração Federal e Reforma do Estado (1995-1998), onde iniciou a Reforma Gerencial do Estado de 1995 e, em 1999, o ministro da Ciência e Tecnologia.. Desde julho de 1999, ele se dedicou exclusivamente à vida acadêmica. Em 2010 ele recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Buenos Aires; em 2012, o James Street Scholar 2012 da Association for Evolutionary Economics – AFEE; e em 2015, o prêmio Juca Pato da União Brasileira de Escritores. Alguns de seus livros em português: Desenvolvimento e Crise no Brasil (1968/2003), A Sociedade Estatal e a Tecnoburocracia (1981), Inflação e Recessão Yoshiaki, com Nakano (1984), Lucro, Acumulação e Crise (1986), Construindo o Estado Republicano (1994), Globalização e Competição (2009), A Construção Política do Brasil (2014), Macroeconomia Desenvolvimentista (com José Luis Oreiro e Nelson Marconi, 2016).