Deputado por Pernambuco - 11ª, 12ª, 13ª, 17ª, 19ª Legislaturas.
Deputado pelo Ceará - 15ª Legislatura.
Deputado pela Bahia - 1ª, 2ª, 3ª, 17ª Legislaturas.
Deputado pelo Rio de Janeiro - 14ª, 15ª, 16ª, 18ª, 20ª Legislaturas
Ministro da Justiça - 20ª Legislatura
Ministro do Império - 20ª Legislatura
Deputado por Pernambuco - 19ª, 20ª Legislaturas.
Deputado por Minas Gerais - 8ª Legislatura.
Deputado por São Paulo - 9ª, 10ª, 11ª Legislaturas.
Deputado por Mato Grosso - 18ª Legislatura.
Deputado pelo Rio de Janeiro - 2ª, 3ª Legislaturas.
Deputado por Pernambuco - 14ª, 15ª Legislaturas.
Deputado por Minas Gerais - 4ª Legislatura.
Deputado Federal - MG (1995-1999)
Deputado Federal - MG (1999-2003)
Deputado Federal - MG (2003-2007)
Deputado Federal - MG (2007-2011)
Deputado Federal - MG (2011-2015)
Deputado Federal - MG (2015-2019)
Deputado Federal - RN (2007 – 2011)
Deputado Federal - RN (2011 – 2015)
Deputado Federal - RN (2015 – 2019)
Deputado Federal - RJ (2007-2011)
Deputado Federal - RJ (2011-2015)
Deputado Federal - RJ (2015-2019)
Deputado Federal - RJ (2019-2023)
Deputado Federal - RS (1999-2003)
Deputado Federal - RS (2003-2007)
Deputado Federal - RS (2007-2011)
Deputado Federal - RS (2011-2015)
Com a queda da Monarquia e o fim do Império do Brasil, tornou-se necessário instituir uma nova ordem jurídico-política. O Governo Provisório da República convocou eleições para uma assembleia constituinte, instalada em 15 de novembro de 1890, composta por representantes eleitos dos estados.
Sua principal missão foi redigir e aprovar a Constituição que estruturaria o novo Estado republicano e federativo.
Manoel Deodoro da Fonseca, mais conhecido como Marechal Deodoro da Fonseca, desempenhou um papel crucial na história brasileira, notadamente por sua participação na queda da monarquia e na instauração da república. Nascido em Alagoas em 5 de agosto de 1827, Deodoro mudou-se com sua família para o Rio de Janeiro em 1842. No ano seguinte, matriculou-se na Escola Militar, dando início à sua trajetória militar.
Ao longo dos anos, Deodoro construiu uma sólida carreira militar, alcançando a posição de Marechal em 1887. Participou ativamente na Revolução Praieira em Pernambuco entre 1848 e 1850, além de se destacar por atos de bravura na Guerra do Paraguai. Seu envolvimento nessas lutas contribuiu para sua notoriedade e ascensão na hierarquia militar.
A figura de Marechal Deodoro da Fonseca tornou-se emblemática no contexto da transição do Brasil para a república, e sua influência é inegável nos eventos que marcaram o fim da monarquia e o início de uma nova era na história do país.
Manoel Victorino Pereira foi uma figura multifacetada, atuando como professor, médico, político, jornalista e escritor. Nascido em Salvador, em 30 de janeiro de 1853, teve uma trajetória diversificada.
Após trabalhar como marceneiro por seis anos, decidiu seguir a carreira médica e se formou em Medicina em 1876 pela Faculdade de Medicina. Durante seus estudos, começou a lecionar, inicialmente dando aulas particulares e, posteriormente, tornando-se professor de clínica cirúrgica.
Na esfera política, ingressou no Partido Liberal em 1876, assumindo a secretaria do diretório do partido na Bahia e a chefia do jornal Diário da Bahia em 1885. Após a proclamação da República, tornou-se Governador da Bahia, permanecendo no cargo até abril de 1890. Em 1891, assumiu uma cadeira no Senado, aproximando-se do grupo de Floriano Peixoto.
Em 1893, participou da fundação do Partido Republicano Federal e foi eleito vice-presidente em 1894 e 1898. Durante esse período, também exerceu a presidência do Senado. Em 1896-1897, assumiu interinamente a presidência da República devido aos problemas de saúde do presidente Prudente de Morais. Seu período na presidência foi marcado por mudanças no governo, gerando conflitos com Prudente, inclusive sendo indiciado no inquérito do atentado contra Prudente de Morais. Pereira defendeu sua inocência no Manifesto Político.
Em 1898, afastou-se dos cargos políticos e dedicou-se ao jornalismo e à carreira acadêmica. Faleceu em 9 de novembro de 1902, no Rio de Janeiro, deixando um legado significativo em suas contribuições para a política e a medicina, além de sua produção literária.
À Assembleia Geral, como determinava a Constituição de 1824 em seu art. 14º, cabia a atividade de legislar no Brasil imperial. Composta de duas Câmaras, a dos deputados e a dos senadores, a seus membros dava-se o tratamento de Augustos e digníssimos senhores representantes da Nação, o que demonstrava a importância da Casa no contexto político e social da época.
A reunião da Câmara e Senado em Assembleia Geral, regulada pela Constituição e Regimento Comum, ocorria por motivos protocolares como a abertura e o enceramento do ano legislativo, oportunidade na qual o imperador fazia sua “falla do throno” ou o reconhecimento e juramento dos príncipes da Casa Imperial. Essa reunião ainda ocorria para trabalhos legislativos de “fazer leis, interpretá-las, suspendê-las, e revoga-las”(VIII, art. 15º). Neste último caso, mesmo sendo sua função basilar, foram poucas as vezes em que deputados e senadores estiveram juntos em Assembleia para legislar.
Ao todo a Assembleia Geral em atividade legislativa se fez 14 vezes durante o Império, sendo a primeira em 1830 antes da aprovação do Regimento Comum e a última em 1886. Nessas ocasiões, assim como nas protocolares, a direção dos trabalhos cabia ao presidente do Senado assessorado pelos 1º e 2º secretários de ambas as Casas e com o suporte administrativo da secretaria do Senado.
O Senado do Império era a Segunda Casa de um sistema bicameral, revisora, vitalícia, e aristocrática. Essa instituição tinha obrigações da mais alta significação política e cultural e seus membros eram escolhidos pelo imperador entre os mais representativos integrantes da “prestigiosa e refinada” elite nacional, cafeicultores e proprietários de engenhos que dominavam o poder econômico e social.
A quase totalidade dos senadores possuía títulos universitários, sendo a maioria obtidos no exterior, principalmente em Portugal, França e Inglaterra, o que caracteriza o Senado do Império como uma Casa culta. Estes senadores foram homens que apresentaram uma constante preocupação em adquirir conhecimentos, ilustrar-se, falar com eloquência, haja vista as constantes referências aos autores estrangeiros em seus pronunciamentos, principalmente, ingleses e franceses. E “em copiar formas de governo, atitudes políticas, práticas parlamentares européias”, evidenciando assim “o valor intelectual do Senado” no contexto da construção da nação, período em que cultura como forma de conhecimento e ilustração era privilegio de poucos. Certamente, esta abertura às idéias do velho mundo influenciou sobremaneira os senadores brasileiros em seus trabalhos.
O nível de estudos, de cultura e a escola teórico-ideológica com a qual se identificavam, fosse liberal ou conservadora, influenciava os senadores nas decisões que tomavam sobre matérias em discussão, mais até do que sua identidade político-partidária ou sua ligação com a província que representavam.
Dois tipos de mentalidade dominaram o Senado: a liberal, representada pelo “homem moderno, intelectual, aberto, ainda com traços de conservadorismo” mas, com uma visão ampla do cotidiano aliada à vontade de mudar; e a conservadora representada por políticos também detentores de formação superior e nível cultural especializado mas, que mantinham a atividade de legislar e a mentalidade voltada para a “defesa do antigo”.
Percebe-se pelos pronunciamentos dos senadores, assíduos leitores, de autores liberais e conservadores, que estes os liam em busca de idéias para transformar o parlamento brasileiro em uma instituição de moldes europeus. Entre os autores estrangeiros mais lidos e citados destacam-se: Tocqueville com a sua obra “Democracia na América”; Lord Grey que versou sobre o governo parlamentar, Maurice Bloch com seu trabalho sobre o governo representativo; Braugham com a democracia e os governos mistos; Bardeau com filosofia do direito; Montalembert com organização judiciária; e Edmunde Berke - “primeiro técnico do conservadorismo moderno” - autor de Reflexões sobre a Revolução Francesa, obra que possibilitou a “mudança da maneira de se ver”, no Velho Mundo, a Revolução Francesa.
A Comissão de Polícia teve na Câmara dos Senadores função administrativa, equivalente na atualidade a Comissão Diretora, tanto que em 4 de maio de 1827, o Sr. MARQUÊS DE CARAVELAS, José Joaquim Carneiro de Campos, afirmou que a Comissão de Polícia se compunha dos mesmos membros que eram da Mesa. A eleição existia somente para completá-la com mais três senadores.
Sua existência foi curta, em 4 de maio de 1831, o Senado decidiu pela supressão da Comissão de Polícia passando suas atribuições para a tutela da Comissão da Mesa que assim passou a ter sob seus encargos todos os serviços administrativos da Casa.
O primeiro registro de eleição da Comissão de Orçamento é do ano de 1871. Não há qualquer discussão com relação à eleição da nova comissão. A pesquisa, contudo, permitiu averiguar a necessidade premente de uma comissão que tratasse exclusivamente da definição do exercício orçamentário do Império do ano seguinte. Como nos nossos dias, era função constitucional do Parlamento denominado à época de Assembléia Geral tomar parte na elaboração do Orçamento. Prova desta premência com relação ao Senado foi encontrada no ano de 1936, quando o Sr. Barroso fez a seguinte solicitação:
“(...) Proponho que se nomeie uma Comissão a que seja remetido o orçamento apresentado pelo respectivo Ministro, e todos os papéis que lhe forem relativos, para serem examinados, conferindo-os com os anteriores orçamentos, (...), e combinado-o depois com as deliberações da outra Câmara a respeito, possa quando o projeto vier para ser discutido no Senado ilustrar a Câmara a respeito, segundo houver mister, e propor as alterações e emendas que lhe ocorrem”.
A solicitação foi aceita. No entanto, a comissão criada teve caráter especial e interino. No há registro da nomeação de uma comissão de orçamento do Senado de forma constante ou regulares até o ano de 1871. Sete membros foram designados para a Comissão desde seu início. A única exceção é feita ao ano de 1875, quando seis membros foram eleitos.
A análise do Orçamento no Senado, até então era feita pela Comissão de Fazenda.
Senador pela Bahia - 17°, 18°, 19°, 20° Legislaturas
Deputado pela Bahia - 13ª, 16ª Legislaturas
Ministro do Império - 18ª Legislatura
Conselheiro de Estado do 2º Conselho de Estado
Senador por Pernambuco - 17°, 18°, 19°, 20° Legislaturas
Deputado por Pernambuco - 12ª, 13ª e 17ª Legislaturas
Ministro da Marinha - 19ª Legislatura
Senador pela Paraíba - 17°, 18°, 19°, 20° Legislaturas
Deputado pela Paraíba - 13ª e 17ª Legislaturas
Ministro da Marinha - 18º Legislatura
Visconde de Lima Duarte
Senador por Minas Gerais - 18º, 19º e 20º Legislaturas
Deputado por Minas Gerais - 10ª, 11ª, 12ª, 13ª, 16ª, 17ª e 18ª Legislaturas
Ministro da Marinha - 17ª e 18ª Legislaturas
Senador pelo Pará - 19º e 20º Legislaturas
Deputado pelo Pará - 15ª e 16ª Legislaturas
Visconde de Ouro Preto
Senador por Minas Gerais - 17°, 18°, 19°, 20° Legislaturas
Deputado por Minas Gerais - 12ª, 13ª, 16ª, 17ª Legislaturas
Ministro da Fazenda nas 17ª e 20ª Legislaturas
Ministro da Marinha nas 12ª e 13ª Legislaturas
Presidente do 2º Conselho de Estado
Conselheiro de Estado no 2º Conselho de Estado
Senador pelo Rio de Janeiro - 20ª Legislatura
Deputado pelo Rio de Janeiro - 14ª, 15ª, 16ª, 18ª, 19ª e 20ª Legislaturas
Ministro da Fazenda - 19ª e 20ª Legislaturas
Conselheiro de Estado no 2º Conselho de Estado
Deputado por Minas Gerais - 2ª, 3ª Legislaturas
Autor da letra Hino da Independência
Membro fundador da Sociedade Defensora da Liberdade e da Independência Nacional